Florais

Florais

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01/03/2011 – por Leda Pierrotti
A terapia floral como sistema energético de equilíbrio do corpo, mente e alma, teve sua origem na década de 30 do século passado, na Inglaterra, através do sanitarista Dr. Edward Bach. Embora o Dr. Bach tenha sistematizado o uso de essências florais, o uso de flores para tratamento de desequilíbrios já havia sido constatado entre tribos indígenas, e Paracelso utilizava flores em suas práticas médicas.

A partir de 1970, surgem sistemas florais ao redor do mundo. O primeiro tem sido sintonizado por Richard Katz e Patricia Kaminski, na Califórnia, EUA, conhecido como FES, ou Flower Essence Society. O sistema com o maior número de flores, continua ampliando sua lista e derivou outras essências vibracionais a partir da água de vários locais do planeta.

O Brasil ingressa na sistematização de florais a partir de 1990, tendo como primeiro sistema, o sintonizado por Breno e Ednamara, os Florais de Minas, da cidade de Itaúna, no ferrífero mineiro. Hoje o Brasil conta com mais de 20 sistemas diferentes abrangendo diversas áreas do país.

Tendo em conta que os florais não são compostos químicos, no início seu uso era considerado apenas placebo. Como toda terapia energética, a explicação da atuação dos florais se faz pela física, nos campos de energia, ou elétricos, do corpo. O floral atinge desde as camadas mais sutis, ou campo áurico, até o denso corpo físico, tendo resultados na mente, no emocional e espiritual do indivíduo tratado. A física quântica assim como as pesquisas de ordem energética, como o trabalho com cristais de gelo e fotos kirlian dão luz à eficácia do uso de florais.

O floral atua na consciência de cada célula, dando à pessoa a oportunidade de entender seus desequilíbrios e força para que resolva assumir sua própria vida.

Diferente dos tratamentos químicos, os florais não causam dependência e é importante que a pessoa tenha essa consciência ao usá-los. Florais auxiliam nas fases de desequilíbrio, acelerando outras terapias alternativas e mesmo a medicina ortodoxa. Porém o importante é termos o controle de nossa vida em nossas mãos. Assumir a autoconsciência faz parte do tratamento.

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